Ao terminar esta aula, você vai conseguir
- Distinguir versionamento local de hospedagem e revisão remota
- Confirmar a instalação e localizar a origem da configuração
- Configurar autoria e branch inicial com segurança
Você termina esta aula com um ambiente identificado e uma separação clara:
Git registra versões na sua máquina; GitHub hospeda repositórios e organiza
colaboração. Essa distinção evita procurar no GitHub um commit que nunca recebeu
push e evita trocar user.email quando o problema real é autenticação.
Pense numa oficina e numa sala de revisão. Na oficina, você registra cada etapa, compara versões e abre linhas de trabalho. Essa é a função do Git. Na sala, o time apresenta mudanças, comenta e aprova. Essa é parte da função do GitHub. A analogia termina aí: GitHub também executa automações e distribui releases, e Git pode usar outros servidores.
Comece confirmando o executável que o terminal encontra:
git --version
command -v gitNo ambiente usado para preparar o curso, a resposta foi git version 2.54.0 (Apple Git-156) e o caminho foi /usr/bin/git. Seu número e caminho podem ser
diferentes. Compare com a documentação da versão instalada, em vez de tentar
forçar o computador a repetir a captura do curso.
No Windows, o Git for Windows oferece instalador e Git Bash. No macOS, as Command Line Tools da Apple ou um gerenciador como Homebrew fornecem o comando. Distribuições Linux usam seus gerenciadores de pacote. Depois da instalação, abra outro terminal se o comando ainda não aparecer.
Agora configure o nome e o e-mail que pertencem aos commits futuros:
git config --global user.name "Ana Souza"
git config --global user.email "ana@example.com"
git config --global init.defaultBranch mainUse seus próprios dados na máquina real. --global vale para seu perfil. Um
repositório de trabalho pode sobrescrever o e-mail com git config --local user.email .... A camada local vence a global naquele projeto. Ela não altera
commits antigos e não concede acesso a nenhuma organização.
Leia a origem, não apenas o valor:
git config --list --show-originVocê verá configurações de sistema, perfil e repositório. Quando uma chave
parece ignorar sua alteração, procure a ocorrência mais específica. Também
defina um editor que você sabe fechar, como code --wait, se o comando code
funciona no terminal. Merge e rebase podem abrir esse editor para mensagens.
O erro provável é Author identity unknown. Ele não pede token. Configure nome
e e-mail, repita o commit e confira a autoria com git log -1 --format='%an <%ae>'. Se o último commit local saiu errado, ajuste os valores e
use amend apenas antes de compartilhar; amend recria o commit e muda o hash.
Autenticação entra quando você fala com GitHub. HTTPS usa token por meio de um gerenciador de credenciais; SSH usa chaves. Nunca coloque token no código, no remote ou no campo de e-mail. O vídeo desta etapa complementa o modelo, mas o critério de conclusão está no terminal: você identifica versão, origem das configurações e diferença entre autoria e acesso sem depender de uma conta.
Feche executando o desafio numa configuração temporária se não quiser tocar no
perfil real. Explique em voz alta qual arquivo fornece cada chave. Essa
explicação prepara a próxima aula, em que a pasta comum recebe .git e os
arquivos atravessam working tree, stage e commit.
Pare e pense
Qual informação user.email fornece a um commit?
User.email faz parte da autoria do commit. Token HTTPS ou chave SSH autenticam o acesso ao remoto e são configurações separadas.
Faça sem copiar
Use uma pasta temporária para provar a versão do Git e a origem de user.name, user.email e init.defaultBranch sem alterar um projeto do trabalho.
Fontes para consultar
Terminou a missão?
Marque apenas quando você conseguir explicar o conceito e concluir o desafio. O progresso fica salvo somente neste navegador.
Próxima: Crie o repositório e monte commits pelo stage →